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Uma análise de milhões de exames ao sangue mostrou que há uma série de hormonas que se enquadram em padrões sazonais claros.   De acordo com o site Science Alert, os hormonios da hipófise, ou glândula pituitária, que ajudam a controlar a reprodução, o ...

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Estudo sugere que nossos hormônios mudam com as estações

Publicado por: Editor
10/02/2021 09:38 AM
Courtesy Pixaby
Courtesy Pixaby

Uma análise de milhões de exames ao sangue mostrou que há uma série de hormonas que se enquadram em padrões sazonais claros.

 

De acordo com o site Science Alert, os hormonios da hipófise, ou glândula pituitária, que ajudam a controlar a reprodução, o metabolismo, o stress e a lactação, atingem o seu pico sobretudo no final do verão.

 

Os órgãos periféricos sob o controlo da hipófise, como aqueles que produzem os hormonios sexuais ou os hormonios da tiroide, também apresentam sazonalidade, porém, esses hormonios atingem o seu pico no inverno. A testosterona, estradiol e progesterona, por sua vez, fazem-no no final do inverno ou na primavera.

 

Estas descobertas fornecem a evidência mais forte, até agora encontrada, de que os humanos possuem um relógio interno sazonal que tem impacto nos nossos hormonios de uma forma que se alinha com as estações do ano.

 

O mecanismo subjacente que aciona esse relógio circanual ainda é desconhecido, mas os investigadores sugerem que existe um circuito natural em ação entre a hipófise e as glândulas periféricas do corpo.

 

Tal como menciona o estudo, publicado a 2 de fevereiro na revista científica PNAS, isto não é muito diferente do observado noutros mamíferos, em que as flutuações em certos hormonios levam a mudanças sazonais na sua reprodução, atividade, crescimento, pigmentação ou migração.

 

As mudanças sazonais observadas pelos cientistas são de pequena magnitude, mas estes apontam que, de uma perspetiva clínica, “mesmo um pequeno efeito sistemático pode causar diagnósticos errados, se as faixas normais não forem adaptadas às estações, com custos associados de mais exames e tratamento”.

 

Os investigadores destacam que serão necessários mais estudos, feitos numa larga escala e em várias partes do mundo, para verificar estes resultados de uma forma mais detalhada.

Originalmente Publicado por: Planeta ZAP //

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